«Tratar-se de», também
21.8.13
E na outra página...
«Vestígios de fluidos corporais ao redor da boca e do nariz fariam supor à população, imbuída de uma superstição demoníaca, de que se tratariam de vampiros que se teriam alimentado de sangue recentemente» («Na Polónia, os arqueólogos andam às voltas com os vampiros», Catarina Durão Machado, Público, 20.08.2013, p. 23).
Bem nos parecia que o Sr. Pierzak não tinha culpa de nada. Ele há-de perceber mais de vampiros, estacas, morcegos, etc. Foi Catarina Durão Machado que se distraiu. Agora já fica a saber: a construção tratar-se de é impessoal, pelo que apenas se conjuga na terceira pessoa do singular. Digam-lhe, mostrem lá que o Facebook serve para alguma coisa.
[Texto 3208]
edit
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