«Haveria de»

Mais e sempre avarias

      «E [o escritor Mário de Carvalho] salienta a “fábrica da escrita”, ou seja, o processo criativo torrencial de um escritor que leu muito cedo. Uma Pedrada no Charco (novela de 1957), Os Bastardos do Sol (1959) ou de haveria de ler Histórias Alentejanas (1977). [...] A sua referência moral e política haveria de ser Álvaro Cunhal, mas o militante do Partido Comunista fazia questão de vincar a sua oposição ao regime de Estaline» («O homem que via os deuses ao lado», Isabel Lucas, Público, 10.08.2013, pp. 2-3).

[Texto 3167]
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