«Quota/cota»

De outiva não vamos lá

      «Outra das suas forças é a existência de uma obra “emblemática” de derivação de um ribeiro desde o monte Córdova, sobranceiro à cidade, que abastecia o edifício e os terrenos envolventes através de um complexo sistema hidráulico. A água vinha do monte até um grande tanque que ainda hoje se preserva, e depois era encaminhada para os chafarizes dos jardins, de onde ia descendo para as quotas inferiores» («Santo Tirso propõe à UNESCO mosteiro que o ajudou a ser concelho», Samuel Silva, Público, 26.08.2013, pp. 12-13).
      Errado, caro Samuel Silva: à diferença de nível entre qualquer ponto e aquele que se toma para referência dá-se o nome de cota, não de quota. São palavras divergentes e, o que mais interessa no caso, só parcialmente sinónimas.
[Texto 3236]
Etiquetas
edit

Sem comentários:

Arquivo do blogue