Ortografia: «autoconhecimento»

Para não dizer apenas mal

      «Fazendo um elenco mais ou menos exaustivo dos temas abordados neste romance, podem encontrar-se referências ao dinheiro, ao casamento, a um subtil mas acutilante confronto de classes e até, pela evolução e pelas metamorfoses dos estados de alma da protagonista Elizabeth Bennet, um caminho original para uma profunda regeneração através do auto-conhecimento» («Morte acrescentada», Rui Lagartinho, «Ípsilon»/Público, 2.08.2013, p. 19).
      Esta é uma parte do código de escrita que não dominam, nem os críticos literários. Enfim, para não dizer apenas mal, reproduzo o bem que Rui Lagartinho diz da tradução recenseada: «Nota final: a janela de oportunidade que este livro [Morte em Pemberley] abriu ao trazer de novo P. D. James para as livrarias portuguesas numa edição cuidada e muito bem traduzida por Tânia Ganho deveria, passado o efeito do título que vai estar na origem de uma série da BBC a estrear no final do ano, ser aproveitada pela Porto Editora para disponibilizar novas edições dos romances de P. D. James, um corpus indispensável da literatura policial dos últimos 50 anos. Poucos estão disponíveis no mercado português, os que o estão são difíceis de encontrar e estão mal traduzidos.»
[Texto 3138]
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