Locução adverbial

Outra vez

      «‘I don’t really think there’s anything peculiar about it,’ said his mother. ‘Bill gets sudden ideas, you know’» (The Circus of Adventure, Enid Blyton. Macmillan Children’s Books, 2007, p. 3). «— Não considero o caso extraordinário — disse a mãe. — Já sabes que Jaime pensa sempre nas coisas à última hora» (A Aventura no Circo, Enid Blyton. Tradução de Vítor Alves. Lisboa: Editora Meridiano, Limitada, 1969, p. 8).
      Talvez seja a terceira vez que, de uma forma ou outra, refiro aqui a expressão adverbial «à última (da) hora». Lembro-me de, num comento, Fernando Venâncio ter discordado de «à última hora» ser a forma recomendável. De vez em quando, é bom refrescarmos assuntos já debatidos. Hoje, a novidade (?) é confirmar que já em 1969 havia quem optasse pela forma sem preposição. Não me lembro se alguma vez Vasco Botelho de Amaral se referiu a esta questão linguística.

[Post 4580]


Etiquetas
edit

Sem comentários:

Arquivo do blogue