Como se escreve nos jornais

Mas não sai

      Na redacção. Não são dos piores. Mas uma jornalista escreveu que «Nuno Alves Pereira levou a sua hoste para a Herdade dos Atoleiros, 2,5 km a sul de Fronteira». E, como escreveu duas vezes o nome daquela maneira, decerto que pensará que é assim mesmo. Nun’Álvares Pereira, vamos lá usar até o apóstrofo. Não são dos piores, mas a pontuação? Mais um estágio no Inferno. Ou no Paraíso?

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3 comentários:

Venâncio disse...

Helder,

«Une saison en Enfer» traduziu-o, saberá, o Cesariny por «Uma cerveja no Inferno». Aproveite.

P.S.
Segundo o tradutor, Saison era uma marca de cerveja belga da época, daí a gracinha. Do Arthur.

Helder Guégués disse...

Tenho-o ali na estante, já o li há alguns anos.

Anónimo disse...

Ainda a propósito de nomes predestinados e do abade de Baçal: corre na internet o rol das obras deste bom abade, entre as quais O Clássico Frei Lucas de Sousa. Eis aí um clássico que ainda não conheço.
— Mont.

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