Como se escreve nos jornais

Alpondras, pondras, poldras

      «Segundo a Lusa, o jovem integrava um grupo de militares que tinha estado em bares da cidade. Já de madrugada, o grupo deslocou-se até à margem do Tâmega, onde a vítima terá apostado em como conseguia atravessar o rio utilizando as pedras submersas ali existentes» («Militar do Pinhal Novo desapareceu nas águas do rio Tâmega em Chaves», Marta Pais de Oliveira, Público, 17.03.2011, p. 29).
      É o que se lê e ouve em todos os meios de comunicação social — porque desconhecem o vocábulo alpondras. Na ignorância, são meramente «pedras submersas». Quase submersas.


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