18.8.26
Era o termo que faltava
[Texto 23 412]
Era o termo que faltava
[Texto 23 412]
Não subornei ninguém, não
[Texto 23 411]
Seja ela qual for
[Texto 23 410]
Já por aí a vejo estropiada
«Trinta microveículos 100% eléctricos da Fiat passaram a estar ao serviço do Vaticano, num acordo com o Governatorato que integra o plano ambiental Ecological Conversion 2030» («Fiat electrifica Vaticano e aposta nos microcarros urbanos», Público, 2.07.2026, p. 30).
[Texto 23 408]
Cerveja, não petróleo
[Texto 23 407]
Devem pensar que é só francês
[Texto 23 406]
Vamos olhar de novo para isto
Acho que hoje é um belo dia para definirmos melhor o termo «runa», que no dicionário da Porto Editora (e noutros) padece de várias imprecisões. A primeira acepção é historicamente imprecisa ao referir «os mais antigos alfabetos germânicos e escandinavos», quando as runas são caracteres do alfabeto rúnico, usado para escrever diversas línguas germânicas. A segunda acepção, embora aceitável, ganha em rigor se definir runa como «sistema de escrita que utiliza esses caracteres», em vez de «escrita que usa esses caracteres». Assim, proponho ➠ runa 1. cada um dos caracteres do alfabeto rúnico, usado para escrever diversas línguas germânicas, sobretudo no Norte da Europa, antes da adopção generalizada do alfabeto latino; 2. sistema de escrita que utiliza esses caracteres.
[Texto 23 405]
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P. S.: No século XX, o regime nazi apropriou-se de algumas runas como símbolos ideológicos. O caso mais conhecido é o das SS (Schutzstaffel), cujo emblema reproduz duas runas Sig estilizadas.