«Xão ordens»

Mas era assim

      Vamos lá exercer a nossa liberdade de expressão: a defesa do bom-nome da GNR feita pelo deputado social-democrata Carlos Abreu Amorim não foi menos que ridícula. O deputado comunista António Filipe comparara o Governo com os guardas-republicanos de antigamente, que, quando confrontados pelos cidadãos, respondiam «xão ordens». Onde está o acinte e o desrespeito? Antigamente.
      «MAURICE (num acesso inesperado de pronúncia beirã) — Xaiba o xenhor que as lixões da Alianxa Franxesa, [sic] xubiram de prexo...» (O Sobrinho, Jaime Salazar Sampaio. Lisboa: Plátano, 1982, p. 182).

[Texto 2430]
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