«Para lá disso»

Para lá disso, pra lá disso, 
palradiço...

      «A diferença de Mounier estava em que, para lá disso, propunha simultaneamente uma espécie de “socialismo cristão”, com o objectivo missionário de regenerar o proletariado, horrivelmente oprimido por um capitalismo sem alma, e o reconduzir a uma associação amigável de produtores (de patrões, claro, e de trabalhadores), ou seja, de uma forma qualquer de corporativismo» («Obra meritória», Vasco Pulido Valente, Público, 4.03.2012, p. 56).
      «Para lá disso». Não é lá muito eufónico, valha a verdade. Podia ser pior, olá se podia: «para além disso». Contudo, o simples mérito relativo não chega.

[Texto 1181]
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