«Vinho alvarinho»

Pois, mas não

      «Nesse dia, entre dois copos de Alvarinho, aprendi com Álvaro Cunhal mais uma das mil e uma formas de matar o ideal comunista: o culto da personalidade» («Álvaro Cunhal a subir uma escadaria infinita», Pedro Tadeu, Diário de Notícias, 12.11.2013, p. 7).
      Talvez a brincadeira com o nome Álvaro pareça mais eficaz com o nome do vinho com maiúscula inicial, mas está, saiba Pedro Tadeu, errado. O vinho é com minúscula; a casta, com maiúscula.
      «O vinho alvarinho, branco, fresco, pouco alcoólico, leve, amável ao paladar e estimulante, é oriundo de uma casta de uvas trazidas da Grécia em tempos remotos» (Roteiro do Vinho Português, Jaime Batalha Reis. Lisboa: Secretariado Nacional da Informação, 1945, p. 62).
[Texto 3505]
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