«Por que misteriosa razão»

Não é misteriosa, não

      «Mas, mais grave do que tudo o resto, porque misteriosa razão, cinco anos depois do “escândalo BPN”, os tribunais não o puseram ainda no banco dos réus, com o bando de cúmplices que o serviu?» («A nossa mansidão», Vasco Pulido Valente, Público, 29.09.2013, p. 56).
      Escreve-se, quase toda a gente sabe ou sabia, «por que razão», ou seja, por (preposição) + que (pronome relativo), e, logo, «por que misteriosa razão», mas a mansidão leva-os a não mexerem na prosa do Sr. Pulido. Por mim, está bem.
[Texto 3332]
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