Landas

E fez bem


      «Assim, enquanto Teresa, sentada no leito desde a véspera, de olhos abertos, fingia estar calma para se desembaraçar de Ana, cuja presença agora lhe causava medo e horror, — a tempestade avançava dos confins da suas Landas» (O Fim da Noite, François Mauriac. Tradução de Cabral do Nascimento. Lisboa: Estúdios Cor, 1957, p. 169).
        Vejam se Cabral do Nascimento escreveu Landes; nada: aportuguesou, Landas, e fez muito bem.

[Texto 3328]
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