«Camauro» e «portenho»
27.3.13
Tu quoque
«Eu sei que alguns — que já lhe tinham lido várias obras antes de Ratzinger ter escolhido o “camauro” com bordas de arminho e souberam, então, relacionar os pensamentos do filósofo bávaro com o vestuário litúrgico — sorriem, agora, com as minhas esperanças nos sapatos cambados do porteño» («Qual a gama dos BMW para o Estado?», Ferreira Fernandes, Diário de Notícias, 27.03.2013, p. 56).
Para quê as aspas em «camauro», que até está — e nem era preciso — nos dicionários gerais da língua portuguesa? E mais: para quê porteño, se se usa aportuguesado, portenho, há muito? Lá está, por exemplo, no Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, que remete para «buenairense».
[Texto 2717]
edit
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