19.4.11
Senhor engenheiro
«Por outro, a força e magnetismo da sua música eram tais que muitos reagiram por antinomia, indo buscar elementos a universos exteriores à tradição erudita e, inclusivé, europeia, ou então recuperando elementos caídos em desuso, inaugurando as várias tendências que lançaram um olhar retrospectivo e selectivo sobre a música de épocas prévias ao Romantismo» («As seis décadas que mudaram a face e a geografia da música», Diário de Notícias, 15.04.2011, p. 51).
Sem acento, senhores jornalistas: inclusive. E o romantismo não precisa de aparecer assim grelado, já que os nomes de movimentos artísticos, literários, políticos, etc., terminados em –ismo se escrevem com minúscula inicial: romantismo. Uma empresa de engenharia (posso dizer o nome?) anda aqui no prédio e, numa das reuniões (gostam muito de reuniões, estes tipos), o chefe disse que faltavam /aitens/ no caderno de encargos. Ri-me, mas disfarcei bem.
[Post 4704]
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