Português de cão
6.7.13
Duraram pouco, felizmente
«A história do secretário de Estado que decide marcar encontros diários (briefings diz ele em português de cão...) com os jornalistas é significativa. E quando o dito secretário começa a ditar as suas regras (de instrumentalização, entre ons e offs, sempre em português de cão), alguém mandatado pela “classe” deveria levantar-se e dizer-lhe: “Não estamos aqui para lhe servir a sopa, mas sim para informar os cidadãos. E somos nós que decidimos o que é importante ser dito ou não.”» («A postura indispensável», J.-M. Nobre-Correia, Diário de Notícias, 6.07.2013, p. 43).
[Texto 3056]
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