Como se escreve nos jornais

Para o anedotário

      «O cadáver da dentista Luciana Garcia, já muito debilitado, como explicaram ao DN, foi encontrado “próximo da porta do quarto”, o que para os bombeiros indicia que a mãe das crianças ainda terá “tentado abri-la” após a explosão, para todos conseguirem fugir» («Explosão ainda por explicar mata dentista e dois filhos», José Manuel Oliveira, Diário de Notícias, 23.08.2012, p. 18).
      Será que há cadáveres cheios de vigor e saúde? Será que os jornalistas não podem dedicar cinco minutos a reler o que escrevem?
[Texto 1985]
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