15.3.08
Mais simples
Por estes dias, os jornais brasileiros não deixam de realçar que foi uma capixaba que ajudou a derrubar o hipócrita governador de Nova Iorque, Eliot Spitzer. Ah, pois, vejo os leitores portugueses a abanarem a cabeça e a perguntarem que raio é uma capixaba. É a pessoa nascida ou que vive no Estado brasileiro de Espírito Santo, no Brasil. O étimo é tupi. Também se pode dizer, naturalmente, espírito-santense.
E já que falamos de gentílicos, a propósito da ascensão de David A. Paterson, lia-se no The New York Times: «Many said they felt pride not only that a Harlemite had been thrust into the role of incoming governor, but that they had lived to see a black New Yorker as the state’s chief executive.» O Jornal do Brasil publicou este artigo — «In Harlem, Delight Over a Favorite Son’s Rise to Governor» —, da autoria de Jonathan P. Hicks, e tratou assim o gentílico: «Muitos disseram que sentem orgulho não só porque uma cria do Harlem assumiu o papel de governador, mas porque viveram para ver um nova-iorquino negro como chefe do governo de Nova York.» Em contrapartida, pelo menos num jornal espanhol vi o gentílico adaptado para «harlemita».
Por estes dias, os jornais brasileiros não deixam de realçar que foi uma capixaba que ajudou a derrubar o hipócrita governador de Nova Iorque, Eliot Spitzer. Ah, pois, vejo os leitores portugueses a abanarem a cabeça e a perguntarem que raio é uma capixaba. É a pessoa nascida ou que vive no Estado brasileiro de Espírito Santo, no Brasil. O étimo é tupi. Também se pode dizer, naturalmente, espírito-santense.
E já que falamos de gentílicos, a propósito da ascensão de David A. Paterson, lia-se no The New York Times: «Many said they felt pride not only that a Harlemite had been thrust into the role of incoming governor, but that they had lived to see a black New Yorker as the state’s chief executive.» O Jornal do Brasil publicou este artigo — «In Harlem, Delight Over a Favorite Son’s Rise to Governor» —, da autoria de Jonathan P. Hicks, e tratou assim o gentílico: «Muitos disseram que sentem orgulho não só porque uma cria do Harlem assumiu o papel de governador, mas porque viveram para ver um nova-iorquino negro como chefe do governo de Nova York.» Em contrapartida, pelo menos num jornal espanhol vi o gentílico adaptado para «harlemita».
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