Absolto?
31.1.07
Avô rico, neto pobre
Cara Graça Pinto: deixe o seu avô dizer «absolto» à vontade. Afinal, está correctíssimo, ao contrário do que a leitora afirma. Quer um exemplo? Sirva este de Camilo: «Este não riu, quando lhe disseram que estava absolto do crime imputado em Portugal» (A Filha do Doutor Negro). E para que se não suspeite que o autor estava a guindar-se a cânones clássicos, lê-se na mesma obra: «Foram os réus absolvidos.» Se lhe pudesse dar um conselho (gosto muito desta figura de retórica…), dir-lhe-ia que devia falar mais com o seu avô.
Cara Graça Pinto: deixe o seu avô dizer «absolto» à vontade. Afinal, está correctíssimo, ao contrário do que a leitora afirma. Quer um exemplo? Sirva este de Camilo: «Este não riu, quando lhe disseram que estava absolto do crime imputado em Portugal» (A Filha do Doutor Negro). E para que se não suspeite que o autor estava a guindar-se a cânones clássicos, lê-se na mesma obra: «Foram os réus absolvidos.» Se lhe pudesse dar um conselho (gosto muito desta figura de retórica…), dir-lhe-ia que devia falar mais com o seu avô.
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