31.1.09
«Isto é para si»!?
Escreveu João de Araújo Correia na obra A Língua Portuguesa (Lisboa: Editorial Verbo [s/d, mas de 1959]): «A troco de evolução, desculpa-se a corrupção e a má-criação. — Esta fita é para si — diz o caixeiro à senhora» (p. 83). «Será lógica esta maneira de pensar, mas, não abona amor de raiz à verdadeira língua portuguesa. Em bom Português, só se admite si referido ao sujeito da proposição. O figo cai por si; o homem caiu em si; a menina voltou a si» (p. 86).
Escreveu João de Araújo Correia na obra A Língua Portuguesa (Lisboa: Editorial Verbo [s/d, mas de 1959]): «A troco de evolução, desculpa-se a corrupção e a má-criação. — Esta fita é para si — diz o caixeiro à senhora» (p. 83). «Será lógica esta maneira de pensar, mas, não abona amor de raiz à verdadeira língua portuguesa. Em bom Português, só se admite si referido ao sujeito da proposição. O figo cai por si; o homem caiu em si; a menina voltou a si» (p. 86).
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