«Deitar água na fervura»

Acalmar os ânimos


      «Um encontro semelhante sobre as ilhas Curilhas, entre o primeiro-ministro japonês e o presidente russo, Dmitri Medvedev, não teve resultados (ver pág. 35). Para colocar água na fervura, os russos dizem estar interessados em mais comércio com o Japão» («Obama apoia ambições do Japão na ONU», Luís Naves, Diário de Notícias, 14.11.2010, p. 32).
      Se até um jornalista como Luís Naves escreve desta maneira, bem podemos tirar o cavalinho da chuva — é uma causa perdida. Desta vez, nem sequer é confusão com o verbo «pôr», mas com outro. Então, caro Luís Naves, não é deitar água na fervura que se diz? Não é a brincar: vou mesmo emigrar. De longe, isto há-de ser muito divertido.

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