Língua quase morta

Mais importante do que o acordo

      André Abrantes Amaral não prevê nem supõe — afirma: «Porque o problema do acordo é precisamente esse: mudar a nossa forma de escrever e, se lermos convenientemente, de falar» («Sopa de letras», André Abrantes Amaral, i, 4.02.2012, p. 12). Por outro lado (que há sempre, parece), o autor não pontua de forma recomendável e mostra ignorar a metalinguagem: «Veja-se a título de exemplo, as palavras como projecto, exacto, acção e directo, que lemos acentuando as vogais que antecedem a consoante muda.» Mal pontuada e francamente desengonçada: «Ora, que mais não é uma língua que muda por decreto, que uma língua morta?»
[Texto 1058]
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