8.1.11
Agora são sapos
Deixem-me cá ver algo que interesse a implumes e a passarões... Ah, sim. Ofereceram à minha filha um exemplar da obra Janela Mágica — Contos de Fadas, de Savior Pirotta (Porto: Civilização Editora, 2010, com tradução do Departamento Editorial da Civilização Editora). Esteticamente, para lá do que é esperável. Quanto ao resto... O melhor é darem uma olhadela: «— Estais aí, princesa? — chamava o sapo. — Lembrai-vos do que prometesteis!» Contrariada, a princesa queria pôr um prato no chão para o sapo. «— Ah, não, Alteza, prometesteis que eu me sentaria convosco à mesa, que comeria do vosso prato adornado e beberia do vosso copo de prata — declarou o sapo.» A princesa amuou — novo erro na forma verbal ofendeu-a, decerto, mas o sapo insiste: «— Alteza — disse ele à princesa —, dissesteis que eu poderia deitar-me na vossa almofada.»
Acham que isto são maravalhas ou maravilhas? Como foi um presente, não posso devolver o livro.
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