Da oralidade à escrita

Passatempo sem prémio


      Há expressões que ficam uma vida (a nossa) inteira na oralidade. Ora digam-me lá os meus estimados leitores que hipótese escolheriam e porquê.

a) «Traduzo o que os portugueses entenderam: eu vou é já tirar o meu dinheirinho do BCP, chupistas, e vai-se a ver a Caixa também está falida, isto só vai com um Salazar, o BES vai pró maneta, ó lá se vai, e o BPI só se aguentou com um stress da tanga, quando vier aí um mesmo a sério...»

b) «Traduzo o que os portugueses entenderam: eu vou é já tirar o meu dinheirinho do BCP, chupistas, e vai-se a ver a Caixa também está falida, isto só vai com um Salazar, o BES vai pró maneta, oh lá se vai, e o BPI só se aguentou com um stress da tanga, quando vier aí um mesmo a sério...»

c) «Traduzo o que os portugueses entenderam: eu vou é já tirar o meu dinheirinho do BCP, chupistas, e vai-se a ver a Caixa também está falida, isto só vai com um Salazar, o BES vai pró maneta, olá se vai, e o BPI só se aguentou com um stress da tanga, quando vier aí um mesmo a sério...»

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