3.3.10
Bar
O ponto de partida era um texto em língua inglesa: «He gathered about Him a group of disciples, prominent among who were Simon bar Jonah and his brother Andrew, and the two sons of Zebedee, John and James. The formation of “the twelve” was a choice of Jesus Himself in His ministry.» Em português, vê-se de tudo: Simão Bar-Jonas, Simão Barjonas, Simão bar Jonas, Simão Bar Jonas. Na cultura familiar da época, os filhos eram nomeados pelo patronímico: «Jesus disse-lhe em resposta: “És feliz, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que to revelou, mas o meu Pai que está no Céu» (Mt 16, 17). «Simão bar [filho de] Jonas». Na Vulgata, e concretamente no Evangelium Secundum Matthaeum, lê-se: «Respondens autem Iesus dixit ei: “Beatus es, Simon Bariona, quia caro et sanguis non revelavit tibi sed Pater meus, qui in caelis est.”» Este costume, na realidade, perdurou, um pouco modificado, até há pouco tempo nos meios rurais e nas pequenas vilas portuguesas. O Joaquim [filho] da Brígida. Mas voltando ao bar. Só quando o aramaico substituiu o hebraico como língua falada é que bar se veio substituir a ben, mas o significado é o mesmo. Imanuel ben-Iossef, conhecem?
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