6.2.10
Pelo menos do reino vegetal
«A paisagem é de cortar a respiração — montanhas de florestas antigas e intocadas; vales profundos atravessados por rios pintados de azul pelo céu sem par; planaltos férteis a perder de vista, que engordam os carneiros durante o Inverno e se revestem ao longo dos Verões escaldantes com o amarelo e o dourado do trigo e da canola» (Fim de Tarde em Mossul, Lynne O’Donnell. Tradução de Ana Saldanha. Queluz de Baixo: Editorial Presença, 2008, p. 23).
Neste caso, é o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora que nos deixa na ignorância: o mais aproximado que regista é «canoula», a haste ou cana do milho (que também é um termo heráldico, que designa o emblema do brasão com a forma daquela haste). O Dicionário Houaiss, contudo, diz-nos que a canola é a «variedade genética da colza (Brassica napus), do grupo Pabularia, desenvolvida no Canadá, durante a década de 1970, para extracção do óleo das sementes, com níveis reduzidos de ácidos gordos saturados, especialmente usado em culinária (frituras, saladas, margarinas, maioneses, etc.) e muito consumida no Canadá, principal país produtor e exportador». É o acrónimo de Canadian oil, low acid, «óleo canadiano de baixo teor ácido».
[Post 3104]
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