21.1.10
Assim não erram
É uma moda, decerto, porque ligada à tecnologia, mas entretanto talvez fosse conveniente escrever sempre da mesma forma: «A segunda questão é: como funciona? António Eduardo Marques, autor do livro “Internet”, responde telegraficamente, como se estivesse a ‘twittar’: “Pense no e-mail. Imagine mensagens que só podem ter 140 caracteres. Imagine que as envia, toda a gente as lê. O Twitter é assim.” […] Para Glória Martins, 41 anos, a pessoa que mais ‘twita’ e mais seguidores tem em Portugal, este site representa uma “ferramenta prática” para a “escrita de improviso”» («Mais popular do que Obama», Carlos Abreu e Hugo Franco, Expresso, 24.12.2009, p. 17). Bem faz Ferreira Fernandes, que desde o primeiro momento aportuguesou o verbo: «Alguma importância deve ter, a prova é que a mãe de um miúdo com dois anos, numa casa com piscina está a tuitar 74 vezes sobre o assunto, capoeiras» («Mãe no Twitter: “O meu bebé afoga-se”», Ferreira Fernandes, Diário de Notícias, 20.12.2009, p. 9).
[Post 3043]
Actualização no mesmo dia
«É pena não traduzirem...», lamenta «um leitor assíduo sem conta Google», Nuno Salgado, que acrescenta: «Twitter vem de tweet (daí o pássaro no logótipo) e, em português, tuitar seria piar. O que remetia para umas associações curiosas como “perder o pio”, “ficar sem pio”, “nem piaste!”, etc.»
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