24.5.09
Inédito
«Quem quiser fazer cortes de árvores nas suas terras, em áreas superiores a cinco hectares e que não tenham plano de gestão florestal — ainda a maioria dos casos —, terão de pedir autorização à Autoridade Florestal Nacional» («Produtores receiam que novo Código Florestal paralise mercado de madeira», Ana Fernandes, Público, 22.05.2009, p. 37). A língua é inesgotável, e os erros também. Quem é, na frase, um pronome relativo sem antecedente, e, quando ocorre este emprego absoluto, é considerado como sendo do género masculino e de número singular, pelo que se terá de fazer a concordância verbal: tenha e terá.
«Quem quiser fazer cortes de árvores nas suas terras, em áreas superiores a cinco hectares e que não tenham plano de gestão florestal — ainda a maioria dos casos —, terão de pedir autorização à Autoridade Florestal Nacional» («Produtores receiam que novo Código Florestal paralise mercado de madeira», Ana Fernandes, Público, 22.05.2009, p. 37). A língua é inesgotável, e os erros também. Quem é, na frase, um pronome relativo sem antecedente, e, quando ocorre este emprego absoluto, é considerado como sendo do género masculino e de número singular, pelo que se terá de fazer a concordância verbal: tenha e terá.
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