26.6.07
Para pensar
Talvez já não possamos ignorar por muito mais tempo o uso expressivo do travessão que é feito em inglês. Atente-se no exemplo:
«“A week or two?” he shouted in disbelief. “Mother, wait, what do you expect me to—“
The line went dead. Seething, he dialed her number again, and got a busy signal.»
Na verdade, o travessão não tem aqui o mesmo valor das reticências. Aqui, o travessão representa quase sempre uma interrupção brusca e involuntária da fala da personagem, seja por uma fala de outra personagem, seja por um qualquer fenómeno natural ou acção exterior. O que é muito diferente de, por exemplo, isto:
«“So peaceful here,” he said with an apologetic half-smile. “I just wanted… Listen for a moment.”»
Talvez já não possamos ignorar por muito mais tempo o uso expressivo do travessão que é feito em inglês. Atente-se no exemplo:
«“A week or two?” he shouted in disbelief. “Mother, wait, what do you expect me to—“
The line went dead. Seething, he dialed her number again, and got a busy signal.»
Na verdade, o travessão não tem aqui o mesmo valor das reticências. Aqui, o travessão representa quase sempre uma interrupção brusca e involuntária da fala da personagem, seja por uma fala de outra personagem, seja por um qualquer fenómeno natural ou acção exterior. O que é muito diferente de, por exemplo, isto:
«“So peaceful here,” he said with an apologetic half-smile. “I just wanted… Listen for a moment.”»
O eventual problema é o de o corte assim assinalado coincidir com a passagem do discurso directo para o indirecto, entre nós ainda generalizadamente marcado, e bem, pelo travessão, desvirtuando-se então a intenção do autor. Porque nunca iríamos duplicar o travessão, claro.
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