Léxico: gomásio

Língua epicúria

      Gomásio, cara Joana Dias, não é uma palavra portuguesa, mas japonesa, e derivada por aglutinação: gomashio (goma, sésamo; shio, sal). Tenho à minha frente a 3.ª edição, de 1972, do Japanese-English Dictionary The New Crown, e de facto somente estão dicionarizadas as palavras goma e shio. Talvez as novas edições já registem a palavra gomashio. Claro que se adapta que nem uma luva de pelica ao léxico português. Não que haja muitos vocábulos terminados em -ásio, valha a verdade. Anota aí, Gervásio: amásio, anatásio, australásio, básio, crisoprásio, diabásio, eurásio, ginásio, idocrásio, malásio, oligoclásio, ortoclásio, prásio e tásio. Quase tantos, na verdade, como em -ázio: armázio, balmázio, balázio, calmázio, capatázio, contrapinázio, copázio, durázio, folhetázio, gatázio, gázio, golpázio, mourázio, panázio, papelázio, pinázio, tirázio, topázio, torcázio e trompázio.
      O gomásio é, como sabe, um óptimo substituto do sal, que pode ser utilizado em saladas, sopas, estufados e outros pratos. É igualmente saboroso para polvilhar em pratos de arroz, massa, empadões e outros pratos de ir ao forno. São os alimentos da globalização...

DNA e ADN

Distracção ou convicção?

      «É esta a conclusão de a [sic] uma análise de DNA divulgada ontem por José Antonio Lorente, responsável por uma investigação científica aos restos mortais do célebre genovês» («Análise de DNA confirma que Colombo jaz em Sevilha», Diário de Notícias, 2.08.2006, p. 31).
      «É isso que indicam os resultados das análises de ADN realizadas no âmbito da investigação coordenada por José Antonio Lorente, director do laboratório de investigação genética espanhol» («Análises de ADN confirmam que são de Colombo os ossos sepultados em Sevilha», Isabel Gorjão Santos, Público, 2.08.2006, p. 44).
      Defendo, e defende quem se interessa pela defesa da língua, a sigla ADN, correspondendo a Ácido DesoxirriboNucleico. Já basta que tenhamos esquecido que deveria ser OTAN e não NATO.


Gramática, lógica e manadas

Ora tente explicar melhor

      «Ao fim de 11 dias após José Miguel Júdice ter dito que o relator dos seus processos disciplinares, o advogado Alberto Jorge Silva, não tinha “condições éticas, jurídicas e psicológicas para julgar nem uma manada, quanto mais advogados”, o bastonário, Rogério Alves, ainda não compreendeu “o que a expressão quer dizer”, sublinhando que a mesma foi proferida num “contexto emotivo e bastante duro”» («Bastonário ainda não sabe o que quer dizer “manada”», Carlos Rodrigues Lima, Diário de Notícias, 2.08.2006, p. 18).
      Senhor jornalista: «ao fim de 11 dias após» parece-me pleonástico. Ora experimente: «Ao fim de 11 dias de José Miguel Júdice […]. Ou: «Onze dias após José Miguel Júdice […].» Senhor bastonário: manada* é um agrupamento de gado graúdo, como búfalos, elefantes, cavalos, bois, rinocerontes, etc. Por outro lado, ter sido proferida num “contexto emotivo e bastante duro” explica que a não tenha compreendido? Ou dizê-lo não revelará, afinal, incoerentemente, que compreendeu perfeitamente o que significa? Não vejo lógica na afirmação. Recordo as palavras de Camilo a propósito de um poeta: «No auge da aflição, erra os versos.»
      Finalmente, a mesma notícia no Público não saiu mais escorreita, e já todos ansiamos pela anunciada remodelação gráfica e editorial: «[…] Rogério Alves afirmou tratarem-se de declarações “feitas a quente, sob forte pressão emocional”» («Ordem dos Advogados não quer mais polémica», Renato Teixeira, Público, 2.08.2006, p. 11). O verbo tratar-se, pronominal, já aqui o escrevi mais do que uma vez, é um verbo defectivo e impessoal. Conjuga-se sempre, e apenas, na 3.ª pessoa do singular.

* Parece que em toda a Internet não há um glossário de nomes colectivos completo. Já estou a tratar disso.

Caná, Canaã, Qana

Imagem: http://www.qanamassacre.org/
Confusões bíblicas

      Ontem, um leitor (peixeiro?) deixou-me aqui a pergunta: «Qaná, Caná e Canaã também mereciam uma posta, ou não?» Merecem, pois, que a confusão já é muita.
      «Sobreviventes das famílias Hasham e Shalhoub, que procuraram abrigo na cave de um edifício em Qana, Sul do Líbano, começaram ontem a contar o seu drama, depois de um ataque israelita que causou mais de 50 mortos, 37 dos quais crianças» (Qana. O drama de duas famílias», Maria João Guimarães, Público, 1.08.2006, p. 2).
      «A União Europeia aumentará hoje a pressão para o fim das hostilidades no Líbano, ainda sob o choque do ataque israelita à aldeia de Caná, que provocou 56 mortos, incluindo 37 crianças» («UE pedirá cessar-fogo imediato no Líbano», Fernando de Sousa, Diário de Notícias, 1.08.2006, p. 12).
A restante imprensa regula pelo mesmo: ora Caná ora Qana. Para agravar, ainda nos vêm falar de Canaã.
      Bem, pese embora as diferenças — 50 mortos, num caso, 56, no outro —, parece tratar-se da mesmíssima قانا‎, a 10 quilómetros de Tiro e a 12 da fronteira com Israel. Não me choca nada que se escreva «Qana», porque afinal também se escreve «Qatar» — algum jarreta que propusesse «Catar» seria sumariamente julgado e executado. «Qana» é a grafia preferida dos anglo-saxónicos: «Displaced families had been sheltering in the basement of a house in Qana, which was crushed after a direct hit» (BBC). Contudo, essa é que é essa, قانا‎ é a Caná, o Lugar dos Juncos da Bíblia, terra natal de Natanael e a povoação do primeiro milagre de Jesus: transformar água em vinho, durante uma boda (Jo 2,1-11).
Quanto a Canaã, finalmente, não sei porque é que o meu leitor a põe a par das outras duas. A também bíblica Canaã* ou Canã, כנען em hebraico (baixo, plano), não é uma localidade, mas um território situado entre a Síria e o Egipto, no qual se estabeleceram os Israelitas.

* Citei aqui recentemente a obra Dificuldades da Língua Portuguesa, do filólogo M. Said Ali. Este longo extracto é da mesma obra: «Assam, Annam, Siam e nomes asiáticos em -ão. Raríssimos nomes geográficos da Ásia escrevemos, sem hesitar, com -ão final: Japão, Cantão, Damão, Ceilão, Jordão, Hindostão. Daí por diante começa a incerteza ou a grafia decididamente diversa. Já ao lado de Hindostão (devera ser Hindostan) temos a península do Dekhan, que não nos decidimos a escrever “Decão”. Conservamos o nome bíblico Jordão, mas com flagrante incoerência, desde que, por outro lado, preferimos a forma Canaã a Canão, que Gil Vicente rimava com “perfeição” e “conjunção”. O nome Cantão, que se dá a uma cidade da China, tem uma história bem curiosa. É um ajeitamento aceito na Europa (salvo novos ajeitamentos: Canton, Kanton), que acudiu aos Portugueses para o termo chinês Kuang-tung (= “Largo Oriente”), nome não da própria cidade, mas da província costeira de que é capital e porto. A cidade chamam-lhe os Chins Kuang-tchu-fu» (p. 156, ortografia actualizada por mim).

Língua por decreto

Da Pérsia ao Irão, o puro

      Com a devida vénia, reproduzo aqui uma notícia do Público («Ahmadinejad não quer palavras estrangeiras», 1.08.2006, p. 14): «O Presidente ultraconservador do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, ordenou que não sejam usadas palavras estrangeiras, para “promover a pureza” do farsi na administração pública. A Academia de Linguagem Persa tem agora a tarefa de pôr em farsi os estrangeirismos mais usados (com excepção dos árabes, que são tolerados). Esta não é uma tarefa nova: a academia transformou já no passado algumas palavras, por exemplo “helicopter” e “mobile phone”, em qualquer coisa como “asas rotativas” e “telefone de companhia”. Um programa popular de televisão já deu uma ajuda para a tarefa, propondo o termo “pão elástico” para substituir “pizza”.»

Léxico: miscelo

Dúvidas

      Este blogue não é só feito de certezas. Algum dos meus leitores conhece a palavra «miscelo»? A jornalista do Jornal de Notícias não a explica: «Outro problema [dos cogumelos] prende-se com a agricultura. Quando os castanheiros são muito lavrados, vão destruir-se os miscelos. Pelo que é urgente que os agricultores adoptem medidas de tratamento mais adequadas» («Riqueza dos cogumelos ainda é pouco explorada», Glória Lopes, 25.07.2006, p. 30). Não a vejo registada em nenhum dicionário. Será o Tragopogon miscellus, aportuguesado pelo entrevistado? Quem usou a palavra foi Francisco Martins, o presidente da Associação Micológica A Pantorra, com sede em Mogadouro. É pena alguns jornalistas não serem muito dados a perplexidades desta natureza nem adivinharem as dos demais.

Ortografia: «T-shirt»

Imagem: http://nl.wikipedia.org/
Camisa-tê

      Pode ser um excesso de precaução, mas quando tenho dúvidas sobre a ortografia de uma palavra inglesa, recorro a um dicionário de língua inglesa. Ah, pois. Não parece ser isso que fazem os nossos jornalistas. Vejamos.
      «E há estilistas a desenharem peças, como Rafaela Monteiro que criou três vestidos para a colecção Primavera/Verão, ou o designer Sylvio de Oliveira que assina grande parte das t-shirts» («Marca de roupa de prostitutas é fenómeno cultural no Brasil», Dulce Furtado, Público, 24.07.2006, p. 44).
«Depois de esta semana seis jornalistas terem sido impedidos de entrar no local por estarem vestidos de T-shirts, o regulamento promete zelar pelo “prestígio da instituição”» («Madeira. Parlamento cria regras contra ‘T-shirt?», Diário de Notícias, 20.07.2006, p. 7).
      O mais parecido que temos é a nossa «régua-tê», porque em forma de tê. Como a shirt não é nossa, não apenas não lhe pospomos a forma, claro, como também não a devemos estropiar, como se fez no exemplo do Público (e sempre assim se escreve neste jornal esta palavra). Aliás, na frase, a jornalista deveria ter ficado satisfeita com o estropiamento da pontuação. A forma do tê maiúsculo sugere mais o formato da referida peça de roupa do que o minúsculo, pensou-se, e os bons dicionários expressam-no: «T-shirt noun an informal shirt with short sleeves and no buttons, or just a few buttons at the top» (Oxford Advanced Learner’s Dictionary)*.

«T-shirt [ing.] s. f. (1920) VEST camisola curta de malha, com ou sem mangas. ETIM ing. T-shirt (1920) ‘camisola, geralmente de algodão, sem gola e de mangas curtas (ou inexistentes)’, do ing. T ou tee (notação da pronúncia da letra T em ing.), em alusão à forma de T da camisola, + shirt, ‘camisa’» (Dicionário Houaiss).

«t-shirt s. f. (Ingl.). Peça de vestuário em algodão que cobre o tronco, sem colarinho, de manga curta e cuja forma lembra um T. Ela comprou uma t-shirt com motivos marítimos para vestir com as calças azuis. «Nas ruas, as inúmeras tendas que comercializam ‘t-shirts’, bonés […] e bebidas estão praticamente desertas» (Expresso, 27.07.1996)» (Dicionário da Academia).

* No mesmo dicionário: «T-square noun a plastic or metal instrument in the shape of a T for drawing or measuring right angles (=90º).»

Glossário: em forma de...

Em forma de… Com a aparência de… Semelhante a…

Açafate: calatiforme
Ácaro: acaróide
Acúleo: aculeiforme
Ágata: agatóide
Água: hidróide
Agulha: aciforme
Albumina: albuminiforme, albuminóide
Alface: lactúceo
Alfange: acinaciforme
Alga: algóide, ficóide, fucóide
Alvéolo: alveoliforme, alveoraliforme, faviforme
Ameixa: pruniforme
Amêndoa: amigdalóide
Amentilho: amentiforme
Amianto: amiantóide
Amido: amilóide
Amora: muriforme, rubiforme; muriculado
Ampola: buliforme
Anel: aneliforme
Animal: zoóide
Ansa: ansiforme
Antena: anteniforme
Antera: anteriforme
Antraz: antraciforme, antracóide
Apêndice: apendiciforme
Ápice: apiciforme
Ar: aeróide
Arado: aritriforme
Aranha: araneiforme, aracnóide
Arbusto: arbustiforme
Arco: arciforme, arquiforme
Areia: areniforme
Aresta: aristiforme
Argila: argiliforme, argilóide
Arroz: oriziforme, orizóide, orizóideo
Árvore: arboriforme, dendriforme, dendróide, dendromorfo
Asa: aliforme, pterigoídeo
Astrágalo: astragalóide
Aurícula: auriculiforme
Bacia: pelviforme
Báculo:
baculiforme
Baga:
baciforme
Bago:
aciniforme
Bago de uva:
aciniforme, ragóide, ragoídeo
Bainha: vaginiforme, vaginóide
Barba: barbiforme
Barco:
escafóide
Basalto:
basaltiforme
Bastão:
baculiforme
Bexiga:
cistóide, vesiculiforme
Bico de corvo: coracóide
Bico de gralha:
coronóide, coronóideo
Bico: ranfóide, rostriforme
Boca: oriforme
Bolbo:
bolbiforme
Bolota:
balanóide
Bráctea:
bracteiforme
Bubão:
bubunóide
Cabeça:
cefalóide
Cabelo:
capiliforme, criniforme, tricóide
Cacho: racimoso
Cacto:
cactiforme, cactóide
Cadeia: cateniforme; torulóide
Cálice:
caliciforme
Cama:
clinóide
Camadas sucessivas:
estratiforme
Camelo:
cameliforme
Cana:
caniforme, siringóide
Canal:
canaliforme
Cancro:
canceriforme, cancriforme, cancróide
Canoa: cimbiforme
Capuz: cuculiforme; uncinado (Botânica)
Caracol:
cocleiforme, helicoidal, helicóide
Caranguejo: cancriforme
Carena:
careniforme
Caroço:
pirenóide, borbeto
Cartilagem: condróide
Carvão:
carboniforme
Cauda:
uróide
Caule:
cauliforme
Célula:
celuliforme, citóide
Cenoura: dauciforme
Centáurea:
cianóide
Cera:
ceróide
Cercadura:
marginiforme
Cérebro:
cerebriforme, cerebróide, enfefalóide
Cevada: hordeiforme
Cíato: ciatiforme, ciatóide
Cilindro: cilindriforme, cilindróide, teretiforme
Cílio: ciliforme
Címbalo: cimbalóide
Cinto: cestóide
Cintura:
zoniforme
Cinza:
cineriforme
Cipreste:
cupressiforme
Círio:
cereiforme
Cisne:
cicnóide
Cisticerco:
cisticercóide
Clava:
claviforme
Cobra:
anguiforme
Cogumelo: fungiforme
Cola:
coloidal, colóide
Colchete: ancilóide
Cólera:
coleriforme
Colher:
cocleariforme
Colmeia:
colmeiforme
Colmo:
calamiforme
Concha:
conchiforme, conchóide, concóide, concoidal, conquiforme, conquilióide, testaceiforme
Côndilo: condilóide
Cone:
coniforme, conóide
Copo: acetabuliforme, ciatóide, copuliforme
Coqueluche: coqueluchóide
Coração:
cardióide, cordiforme
Coração invertido: obcordiforme
Coral:
coraliforme, coralóide
Cordão: funiforme
Coreia:
coreiforme
Corimbo:
corimbiforme
Corno:
corniforme, corniculiforme
Coroa: coroniforme
Corola:
coroliforme
Corpo:
corporiforme
Cortiça:
corticiforme, suberiforme
Coscorão: crustuliforme
Costela:
costiforme
Cótilo:
cotilóide
Couro:
dermatóide
Coxim: pulviniforme
Crânio: cranióide
Cratera:
crateriforme
Cristal:
cristalóide
Crivo:
cribiforme, cribriforme, criviforme
Cruz: cruciforme
Cubo:
cubiforme, cubóide
Cunha: cuneiforme, esfenóide
Cúpula: cupuliforme
Dedal:
digitaliforme
Dedo:
digitiforme
Delta (forma triangular de):
deltóide
Dente:
dentiforme, odontóide
Deus: deiforme
Diamante:
diamantóide
Disco:
disciforme, discoforme, discóide
Drusa: drusiforme
Eczema:
eczematiforme
Eixo:
axóide
Elefante:
elefantóide
Elipse:
elipsoidal, elipsóide
Enguia: anguiliforme, anguilóide
Epiderme: epidermóide
Epilepsia:
epileptiforme, epileptóide
Epitélio: epitelióide
Eritema:
eritemóide
Erva:
herbiforme
Ervilha:
pisiforme
Escama:
escamiforme
Escarlatina:
escarlatiforme
Escorpião:
escorpióide
Escudo:
clipeiforme
Esfera:
esferóide
Espada:
xifóide, ensiforme
Espiga: espiciforme
Espinho:
espiniforme
Espiral:
espiróide
Esponja:
espongiforme
Esporão de navio:
rostral
Estalactite:
estalactiforme
Estilete: estiliforme, estilóide, grafióide
Estrela: asteriforme, asteróide, astróide
Fava: ciamóide, fabiforme
Favo: faviforme
Fécula:
feculóideo
Feldspato:
feldspatóide
Fenda:
fissiforme
Fenda estreita:
rimiforme
Fezes:
fecalóide
Fibras:
fibróide
Figo:
ficiforme
Filamento:
bissóide
Fio:
filiforme, nematóide
Fita: cestóide
Flagelo:
flageliforme
Flor:
floriforme
Foice:
falciforme, fouciforme
Folha: filóide, foliforme
Forma achatada: homalóide, planiforme
Forma circular: ciclóide
Forma comprida:
dolicóide
Forma direita:
rectiforme
Forma igual:
pariforme
Forma imprecisa (ou ausência de forma):
informe
Forma que muda frequentemente:
proteiforme
Forma variável:
diversiforme, pluriforme
Framboesa: rubiforme
Fruto:
frutiforme
Fuco:
fuciforme, fucóide
Fungo: fungiforme
Funil:
infundibuliforme
Fuso:
fusiforme, fusóide
Gália: galeiforme
Galo:
galiforme
Gancho:
unciforme, ancilóide, anciróide
Gânglio: gangliforme
Ganso:
anseriforme
Garrafa: ampulóide
Gás: gaseiforme
Gelatina:
galatiniforme
Gládio:
gladiforme
Glande:
glandiforme
Glândula:
glanduliforme
Globo:
globiforme
Gordura:
lipóide
Gráfio: grafióide
Gramínea: graminiforme
Granito:
granitóide
Grânulo:
granuliforme
Grão:
graniforme
Grés:
gresiforme
Haste:
hastiforme
Hélice:
helicoidal, helicóide
Helminta:
helmintóide
Hemisfério:
hemisferoidal, hemisferóide
Hera: cissóide, hederiforme
Hipérbole: hiperboliforme, hiperbolóide
Histeria: histeriforme
Homem:
andróide, antropóide, humanóide
Icterícia: icteróide
Insecto:
insectiforme
Invólucro:
involucriforme
Ipsílon:
ipsilóide
Labirinto:
labirintiforme
Lagarta:
eruciforme
Lagarto:
lacertiforme
Lambda:
lambdóide
Lamela:
lameliforme
Lâmina de faca:
cultriforme
Lança:
hastiforme, lanciforme
Lardo: lardiforme
Larva:
larviforme
Legume:
leguminiforme
Leite:
lacteiforme, lactiforme
Lente:
lentiforme
Lentilha:
facóide, lentiforme
Leque: flabeliforme
Lesma: limaciforme
Lígula: liguliforme
Lima:
limiforme
Linfa:
linfóide
Língua:
glossóide, linguiforme
Língula: lingulóide
Líquen: liquenóide
Lira: liriforme
Lódão: lotiforme
Lombriga: lombriciforme, lombricoidal, lombricóide
Lua (e as suas fases): luniforme
Maça:
claviforme
Maçã:
maliforme
Macaco:
pitecóide
Machadinha:
securiforme
Madeira:
ligniforme, xilóide
Madrepérola:
madreporiforme
Mama:
mameliforme, mamiforme
Mamilo: mamiliforme, mastóide
Mancha pequena: maculiforme
Mandíbula:
mandibuliforme
Mão:
maniforme
Margarina: margaróide
Mármore: marmoriforme
Martelo:
maleiforme
Maxila:
maxiliforme
Medula dos ossos:
mielóide
Medusa:
medusiforme, medusóide
Melão: meloniforme
Menisco:
meniscóide, meniscóideo
Metal: metaliforme, metalóide
Milfolhada: aquileóide
Mirto (folha):
mirtiforme, mirtóide
Mitra: mitriforme
Moeda:
monetiforme
Molar (dente):
molariforme
Molusco:
moluscóide
Morango:
fragiforme
Mosquito:
culiciforme
Muco:
muciforme, mixóide
Mulher: feminiforme
Musgo:
muscóide
Nabo:
napiforme
Nádegas:
natiforme
Narciso:
narcisóide
Nastro:
nastriforme
Náutilo:
nautilóide
Navio:
naviforme
Negro (raça):
negróide
Neve:
niviforme
Ninfa:
ninfóide
Ninho:
nidiforme
Noz:
nuciforme
Octaedro:
octaedriforme
Odre:
utriforme
Ogiva:
ogival
Olho:
oculiforme
Opérculo:
operculiforme
Orelha:
auriculiforme, auriforme
Osso:
ossiforme, osteóide
Ostra: ostreiforme
Ouriço:
equinóide, erinaciforme
Ovo:
oval, ovalar, oviforme, ovóide
Ovo invertido:
oboval, obovalado, obóveo, obovóide
Óvulo: ovuliforme
Palha:
paleiforme
Palma:
palmiforme
Palmeira: dactiliforme
Papel: papiriforme
Papiro:
papiriforme
Pápula:
papuliforme
Parábola:
parabolóide
Parede:
septiforme
Pastilha comprimida:
tablóide
Patela:
pateliforme
Pé:
pedaliforme, pediforme
Pedra: litóide
Peixe:
ictióide, pisciforme
Pele: dermatóide, dermóide
Pêlo: piliforme, tricóide
Pêlo rígido: setiforme
Pelta (pequeno escudo):
peltiforme
Pena:
peniforme, plumiforme, plumuliforme
Penacho: papiforme
Pente:
ctenóide, pectíneo
Pepino: cucumiforme
Pêra:
periforme, piriforme
Pescoço: coliforme
Pétala:
petaliforme, petalóide
Pião: turbiniforme
Pilão:
pistiliforme
Pinça: queliforme
Pinha: piniforme, pinhiforme
Pirite: piritiforme
Placa:
placóide
Planta:
fitóide
Pluma:
plumiforme, plumuliforme
Pó: pulveriforme
Pomo:
pomiforme
Ponta (pequena):
cuspidiforme
Ponto:
punctiforme
Porco: suiforme
Prancha: pinacóide
Prato:
pateliforme
Prisma:
prismóide
Pus:
puriforme
Pústula vacinal:
vaciniforme
Quatro formas:
quadriforme
Queijo:
caseiforme
Quilha:
careniforme
Rã:
batracóide
Raiz:
rizóide, radiciforme
Ramo:
ramiforme
Rato:
ratiforme
Rede:
plexiforme, retiforme, textiforme
Remo: remiforme
Resina:
resiniforme
Réstia:
restiforme
Reumatismo:
reumatóide
Rim:
nefróide, reniforme
Roda: rotiforme, trocóide, trocóideo
Rombo: rômbico, rombiforme, romboidal, rombóide
Rosário: moniliforme
Rostro:
rostriforme
Ruínas:
ruiniforme
S (letra):
sigmoidal, sigmóide
Sabão:
saponiforme
Saco:
saciforme, saculiforme
Saco (pequeno): saceliforme, saculiforme
Sangue (cor): hematóide, hemóide
Sarampo:
sarampiforme
Sela:
clinóide
Sépala:
sepalóide
Septo:
septiforme
Serpente:
anguiforme, ofióide, ofióideo, serpentiforme
Serradura: escobiculado, escobiforme
Sésamo: sesamóide, sesamóideo
Seta:
sagital
Sifão:
sifóide, sifonóide
Sílex: silexiforme
Silícula: siliculiforme
Silíqua:
siliquiforme
Sulco:
sulciforme
Taça:
acetabuliforme, pelviforme
Tecido: textiforme
Tecido glandular:
adenóide
Teixo:
taxiforme
Ténia:
teniforme, tenióide
Tentáculo:
tantaculiforme
Terra (planeta):
geóide
Tétano:
tetaniforme
Tifo:
tifóide
Tigre:
tigróide
Todas as formas:
omniforme
Tonel:
doliforme, pitomorfo
Toro:
tórico
Toupeira: talpiforme
Touro:
tauriforme
Trapézio:
trapeziforme, trapezóide
Traquito: traquitóide
Três formas:
triforme
Trombo (coágulo):
trombóide
Túbera:
tuberiforme, tuberóide
Tubérculo: tuberculiforme, tuberculóide
Tubo: tubiforme
Tubo (pequeno):
tubuliforme
Úlcera:
ulceriforme, ulceróide
Uma só forma: uniforme
Umbela:
umbeliforme, umbraculiforme
Unha: unguiforme
Úrceo:
urceiforme
Urcéolo:
urceiforme
Útero:
uteriforme
Utrículo:
utriculariforme, utriculiforme
Uva: uviforme
Uva (cacho):
botrióide, racemiforme, racemoso, racimiforme, uviforme
Úvula: uvuliforme
Vacina:
vacinóide
Vagina:
vagiforme, vaginiforme
Vale: valifome, valóide
Valva: valviforme
Varinha:
baciliforme
Varíola:
varioliforme, variolóide
Varizes: cirsóide
Vaso: vasiforme
Vela:
veliforme
Verme:
vermiforme
Verruga:
verruciforme
Verruma: cirriforme
Vesícula: cistóide, vesiculiforme
Vesícula de água: hidatiforme
Vidro:
hialóide
Vulcão:
vulcaniforme
Xisto:
xistóide
Zebra:
zebróide
Zona:
zoniforme
Zoófito:
zoofitóide


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