«Saco de gatos»
1.6.11
E podia ter acertado
De «O Público errou»: «Escrevemos na edição de ontem que António Vitorino usara, num comício do PS em Setúbal, a expressão “saco de ratos”, quando o que foi dito foi “saco de gatos” (“quando cheira a poder aparecem todos juntos, para logo a seguir voltarem a ser um saco de gatos”)» (Público, 1.06.2011, p. 38). Apenas com a transposição de uma letra e troca de outra: «quando cheira a podre aparecem todos juntos, para logo a seguir voltarem a ser um saco de ratos». No D. Quixote também há, lembra-se, Fernando Venâncio?, um saco de gatos, não para dar a ideia, agora transmitida quando se usa a expressão, de desorganização, mas literal.
[Texto 88]
edit
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