Sobre «dióspiro»

Já vem dos Gregos

      «Só os diospiros, este ano, cumpriram a ordem contemplada. Tão doce como maldita e mal amada. Espero a mesma ortodoxia por parte das romãs. Têm a virtude de ficarem bem em casa, sem perigo de serem comidas» («Dá Deus nozes», Miguel Esteves Cardoso, Público, 17.09.2011, p. 39).
      É assim que muita gente diz ­e escreve — mas mal, pois é vocábulo proparoxítono, embora na página 1264 o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ache que é indiferente. E como a primeira forma que registada neste dicionário é «diospiro», estará por aí explicada a prevalência. Mais avisado andou o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa da Academia Brasileira de Letras, que só regista a forma esdrúxula.
      («O Atlas Linguístico de Portugal deveria começar precisamente por estas investigações in loco, que têm a virtude de ser mais completas e até por vezes exaustivas» (Miscelânea de Língua e Literatura Portuguesa Medieval, Manuel Rodrigues Lapa. Coimbra: Universidade de Coimbra, 1982, p. 406)).

[Texto 490]

Ortografia: «binariedade»

Também falta

      «La binarité n’est pas...» «A binaridade não é...» Pois não, a «binaridade» não é, ou seja, não existe. O Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, decerto que o mais usado entre nós, não regista o termo, o que explica, pelo menos em parte, que mesmo profissionais da palavra, como um tradutor, vão atrás do francês.
      Já tinha proposto a mnemónica no Assim Mesmo: se o adjectivo do qual deriva o substantivo abstracto (isto é, os que designam acções, noções, estados e qualidades) termina em -io (tais como -ário, -ório ou -úrio), o substantivo terá um e entre o i e o d, regra que já vem do latim. Assim, será binariedade.

[Texto 381]

Ortografia: «Buçaco»

Wellington escreveria o mesmo

      «A Comissão Europeia aprovou ontem o financiamento de perto de duas centenas de novos projectos ambientais na União Europeia, um dos quais de protecção da mata do Bussaco, ao qual atribuiu 3 milhões de euros» («UE dá 3,5 milhões a projectos ambientais portugueses», Diário de Notícias, 20.07.2011, p. 14).
      Fundação Mata do Bussaco (FMB) — é o nome da fundação criada para preservar a mata do... Buçaco, grafia que se pode ler na restante página da internet. Idiossincrasias... Leiam aqui a etimologia do topónimo de que faz eco Forjaz de Sampaio.
[Texto 336]

Ortografia: «gim-tónico»

Um gim, dois gins

      Experimente o leitor pesquisar «gin-tónico» no Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora em linha. O que julga que aparece? «Sintónico» («sintônico» para os Brasileiros). Ah, sim, «gin» está registado neste dicionário. E até «gim», que remete para aquele. Só no Dicionário Houaiss vejo registado — «gim-tónico». Estivesse no plural e não saberíamos qual o singular em mente.
      «Usa os fatos no corte o mais banal possível, põe a primeira gravata que lhe aparece no caminho, faz os nós mal feitos, anda quase sempre desfraldado, liga pouco à forma física, gosta de conversar pela noite fora com os amigos enquanto bebe gin-tónicos, é desorgarnizado [sic], desarrumado, despreza algumas exigências do jornalismo (entrevistas de carácter pessoal, perfis em família, reportagens para as quais os políticos enviam as suas fotos de infância), prefere tascas a restaurantes ‘finos’. Diz-se adepto do FC Porto» («O que os une e o que os separa», João Pedro Henriques, Diário de Notícias, 20.07.2011, p. 10).
      Uma vez que estou neste capítulo etílico, aproveito para lembrar que o nome do coquetel feito com gim e vermute branco se escreve martíni. Que o comedido Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora também não regista.
[Texto 335]

Inglês



Vejam melhor

      A propósito do erro na grafia de «maldisposto», comentava aqui Montexto: «Mas veja lá se os apanha com facilidade em falta na grafia das inúmeras palavras e expressões inglesas com que julgam enfeitar a sua prosa a propósito de tudo e de nada. Veja lá.» Bem, descortino, pelo menos, duas razões para isso não acontecer: eles escrevem, apesar de tudo, menos em inglês do que em português, e eu percebo menos de inglês do que de português. Ainda assim, alguns erros se vão vendo. Por exemplo, acabo agora mesmo de ler aqui num texto, do qual não posso identificar o autor, *Finantial Times, erro muito frequente.

[Texto 285]

Ortografia: «maldisposto»

Nem a copiar, caramba

      «O dicionário de Inglês-Português reza assim: “Taciturno, melancólico, carrancudo, rabugento, mal-disposto, sorumbático.” Enfim, mal-humorado. Diz também que é um adjectivo. A expressão inglesa “to be moody” vem descodificada como “ter caprichos de comportamento. Por exemplo, apetecer a alguém atirar com tudo para o lixo. Se falarmos no nome próprio Moody’s (bastante adequado ao desempenho), percebe-se imediatamente a má disposição generalizada dos portugueses por estes dias. Alguns até padeceram de problema de estômago. Para “mal-humorado”, o dicionário de Português-Português regista as seguintes explicações: “Que tem humores mórbidos”, “agressivo”, “intratável”. Os “mal-dispostos” de que aqui se fala já em Abril tinham atirado para o “lixo” (grau de investimento equivalente a junk bonds) a Parpública, a Refer, a RTP e a CP» («Palavras. Moody», Rita Pimenta, Pública, 10.07.2011, p. 11).
      Que bons dicionários que a jornalista anda a consultar e que bem que ela conhece a ortografia da língua portuguesa.
      A propósito de maldispor e de dislates. Ainda na sexta-feira passada li uma convocatória redigida por uma professora de Português e um derivado de «pôr» tinha o infinitivo com acento circunflexo. Uma professora de Português! Quando é que aprendem de uma vez por todas, professores, jornalistas, tradutores, revisores, toda a agente, que, no infinitivo, o verbo pôr é acentuado, porque se convencionou distingui-lo da preposição por, mas os derivados de pôr já não são marcados com acento? Antepor, apor, compor, contrapor, contrapropor, decompor, depor, descompor, dispor, entrepor, impor, indispor, interpor, justapor, maldispor, opor, pospor, predispor, prepor, pressupor, propor, recompor, repor, sobpor, sobrepor, sotopor, subpor, supor, transpor, etc.
[Texto 283]

Sobre o Indostão

Que algum repúblico

      «Os irmãos paquistaneses Achiq (o cabecilha do grupo), Kashif e Atif são acusados de recrutar portuguesas para casar com homens indostânicos (paquistaneses e indianos)» («Juiz adia decisão», C. N., Diário de Notícias, 7.07.2011, p. 23).
      É impressão minha ou a definição de Indostão (ou Hindustão) anda por aí mal redigida? Quase a propósito: como se grafa o nome da república de Coimbra: Prà-Ki-stão, Prakistão, Pra-ki-estão, Pra-ki-stão?... Que algum repúblico (Quê?! O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa não regista a acepção?!) me esclareça.
[Texto 279]

Ortografia: «bejeca»

Com os copos

      No Verão, escreve o nosso autor, a venda de «bujecas» dispara. Mas não: é bejeca que se diz e escreve. O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa regista que é alteração de «[cer]vejeca, diminutivo de “cerveja”», e que é vocábulo «informal». É calão, lê-se no «Temanet», no sítio do Instituto Camões. O seriíssimo Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora não se mete nestas coisas.
[Texto 200]

Ortografia: «maria-vai-com-as-outras»

Ora pois

      «Foi o meu grande amigo Rui Zink, corrigivelmente de esquerda, o primeiro a descobrir Pedro Passos Coelho como um agente do nosso futuro. Foi no Algarve, há muito tempo. Convenceu não só a Maria João, já convencida, como o Manuel Serrão e eu — que sou uma Maria-vai-com-as-outras, nem que seja por uma questão de educação» («Ora pois», Miguel Esteves Cardoso, Público, 21.06.2011, p. 39).
      A frase fica assim: «Convenceu não só a Maria João, já convencida, como o Manuel Serrão e eu»? No texto todo (citei somente um excerto), também faltam algumas vírgulas. E é maria-vai-com-as-outras que se escreve — temos de impedir que os computadores nos ensinem a escrever. (É pena os revisores continuarem a ter medo do simpático Miguel Esteves Cardoso.)

[Texto 196]

Ortografia: «hidático»

Um caso clínico

      Então aqui o nosso autor escreveu que não sei quem tem «um quisto hidáctico». O Acordo Ortográfico de 1990 vai fazendo estragos insuspeitáveis há meia dúzia de anos. «Hidático», caro senhor, «hidático», nunca teve c — nem mudo nem falante. Ter-nos-á vindo do francês hydatique. Está, assinala o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, por «hidatídico». Este quisto é causado por uma ténia, a hidátide. Se quiserem ficar maldispostos, pesquisem «hydatic» nas imagens do Google. Não, não precisam de acrescentar «cyst». Uma doença terrível, parece.

[Texto 185]

«Ao deus-dará»

Não irá esquecer-se

      «O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) considerou ontem, em Fátima, que a lei que despenaliza a interrupção voluntária da gravidez até às 10 semanas tem sido administrada ao “Deus dará”» («Lei do aborto ao “Deus dará”, critica Igreja», Metro, 16.06.2011, p. 5).
      Até parece que D. José Policarpo invocou em vão o santo nome de Deus — mas não, a culpa é da revisora, Catarina Poderoso, que não sabe que se escreve «ao deus-dará». Agora já não vai esquecer-se.
      «A lei que despenaliza a interrupção da gravidez volta a ser alvo de críticas da Igreja Católica. “A lei não tem sido cumprida, tem sido facilitada, tem sido administrada um bocado ao deus-dará”, defendeu o cardeal-patriarca de Lisboa no final da Conferência Episcopal de três dias em Fátima» («Lei do aborto é aplicada “ao deus-dará”», Paula Carmo, Diário de Notícias, 15.06.2011, p. 17).

[Texto 171]

Léxico: «enteremorrágico»

Tem mais uma tentativa

      Depois de Ana Maia, com o seu inconcebível «enterohemorrágica», hoje foi a vez de Ana Gerschenfeld tentar — e errar: «E as E. coli entero-hemorrágicas (EHEC) como a que tem provocado o surto de infecções alimentares na Alemanha?» («Perguntas e respostas», Ana Gerschenfeld, Público, 1.06.2011, p. 3). Bem, mas melhorou, pelo menos não ofende gravemente. O texto tem, porém, outros erros. Um exemplo: «Estas bactérias morrem a temperaturas superiores aos 70.ºC ou inferiores aos –20.ºC.»
[Texto 91]

«Piripiri/piripíri»

Já repararam?

      «Salpique com parmesão e misture bem. Tempere com sal e pimenta e um pouco mais de piripíri, se gostar de coisas picantes como eu» («Salsichas e massa com couve-repolho», Jamie Oliver, tradução de Aida Macedo. «Única»/Expresso, 19.03.2011, p. 112).
      Não foi com o Dicionário Houaiss, esse tesouro, que se começou, em Portugal, a grafar «piripíri», que já se via registado em alguns dicionários, mas ajudou a difundir esta grafia. O Grande Dicionário da Língua Portuguesa, coordenado por José Pedro Machado, regista «piripiri», mas com três entradas: para a malagueta, para a erva vivaz brasileira (Cyperus giganteus) e para uma planta aquática. O Dicionário Houaiss distingue, grafando o condimento com acento agudo, «piripíri».
      Tenho quase a certeza que, quando li a palavra pela primeira vez, estava escrito «piri-piri» — como ainda se lê vezes sem conta.
      «Com tomate, sal (munho) e piri-piri fazem um molho excessivamente picante, onde temperam a massa depois de comprimida. A farinha de milho tem igual aproveitamento» (África Oriental, Joaquim Renato Baptista. Lisboa: Imprensa Nacional, 1892, p. 22).
[Texto 81]

Ortografia

Ne varietur, Deo gratias

      A propósito do lançamento da 2.ª edição da Obra Poética de Sophia de Mello Breyner Andresen, lembra Eduardo Pitta na última Ípsilon: «Em mais do que uma entrevista, Sophia reiterou esse seu modo de escrever: “A única palavra portuguesa cuja ortografia precisa de ser mudada é dança, que se deve escrever com ‘s’, como era antes, porque o ‘ç’ é uma letra sentada, uma letra pesada. Escrevo com ‘s’, mas há sempre o desastre de os tipógrafos ou as pessoas que me passam os textos à máquina acharem que é um erro e emendarem para ‘ç’...” (“Diário de Notícias”, 24-11-94.) Isso mesmo é verificável na exposição “Uma Vida de Poeta”, recentemente organizada por Teresa Amado e Paula Morão na Biblioteca Nacional. Sousa discorda: “Não tendo a autora determinado que tal singularidade passasse a ser regra na sua obra, seria abusivo considerar que Sophia pretendeu instaurar um preceito de uso ortográfico próprio” (p. 8) Assim desapareceu essa marca textual.»
      Eduardo Pitta parece ter pena que esta idiossincrasia ortográfica tenha desaparecido da obra de Sophia de Mello Breyner Andresen. A verdade, porém, é que tais idiossincrasias só trazem uma inútil e indecifrável carga de subjectividade. Se alguém ganha, não será o leitor.
[Texto 64]

Ortografia: «Simiídeos»

Só isto

      Estou aqui a ler que certos animais «estão muito afastados dos simídeos e dos humanos». Não, não. Ao i do primeiro elemento junta-se o i do controverso (ver aqui) sufixo –ídeo. Logo, Simiídeos. Não temos menos de cem vocábulos, de uso científico, com estes dois ii. Acridiídeo... zifiídeo. Contem-nos e depois digam qualquer coisa.

[Post 4771]

Sobre «corruptela»

A besta do ortógrafo

      «— Também a bésta, no II Concílio de Latrão» (O Homem do Turbante Verde, Mário de Carvalho. Lisboa: Editorial Caminho, 2011, p. 44). E lá vem, fatal, a nota a «bésta», assinada por MdC (o autor gostou da novíssima abreviatura do Banco de Portugal). Até eu sou favorável a acentos diferenciais, mas não exageremos, ou podemos ir demasiado longe. «O leitor reparou que o autor escreveu “bésta”, com aposição dum acento agudo. Quando era mais jovem, por timidez, em Os Alferes, deixou que lhe corrigissem o acento (dessa vez grave) que tinha colocado em “pègada” (assim) e que era imprescindível para que o vocábulo não se confundisse à primeira leitura com “pegada”, do verbo “pegar”. Desta vez, o autor quis mesmo desfazer a homofonia e a homografia, demarcando as heranças de “balista” e de “bestia”. Se a ortografia se ressentiu, pior para ela, e para os ortógrafos.
      Os autores costumam ter algumas prerrogativas de invenção vocabular, desvio semântico e liberdade sintáctica. Não lhes está vedado, até, inventar sinais de pontuação, como fez Sterne e aqueloutro escritor, de que não me recordo agora o nome, que criou o ponto de indignação.
      Fica aqui proclamado, no pequeno território deste conto, o direito de o escritor escolher a sua própria acentuação, como aquelas bandeiras que as nações colocam nas ilhotas, antes que se afundem.
      À semelhança do que aconteceu logo a seguir a 1911, alguns autores fazem questão de manter a ortografia prévia ao acordo destes dias. Eu não exijo tanto, até mais ver. Quero é o acento em “bésta”.»

[Post 4767]

Léxico: «retroiluminação»

Nada de novo

      «A retroiluminação permite adaptar o ambiente consoante a cor e intensidade da luz» («‘Sushi’ cosmopolita com exclusividade», Davide Pinheiro, Diário de Notícias, 3.05.2011, p. 60).
      Vem do inglês retroillumination, e, se ainda não se encontra registado nos dicionários gerais de língua inglesa, por cá já o temos no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Não, não é preso por ter cão, preso por não ter cão. Parece algo muito moderno, mas a verdade é que há muito tempo que se usa no campo da medicina, pois é a designação dada à técnica de examinar tecidos transparentes e semitransparentes (como a córnea) fazendo incidir uma luz pela parte de trás desses tecidos. Infelizmente, vê-se muitas vezes incorrectamente escrita, com hífen. Contudo, é retroiluminação, como retroactividade e retroalimentação, por exemplo.
[Post 4744]

O feminino de «todo-poderoso»

Quem fez isto?

      Talvez F. V. Peixoto da Fonseca tivesse razão: o feminino (e o plural) oficial de «todo-poderoso» é um disparate. «Todo» é advérbio? Recuamos e o que se lê sempre é (esqueçamos agora o hífen) todo poderoso, todo poderosos, toda poderosa, todas poderosas. Temos de esperar que se legisle noutro sentido.

[Post 4737]

«Tulipa/túlipa»

«Tulipa» ou «túlipa»?

      Se o sábio Gonçalves Viana escreveu nas Apostilas aos Dicionários Portugueses (II, 511) que o acento não deve recair no i porque é vogal epentética, temos de nos calar. Ou talvez não. Vejamos. Não é nada de decisivo, mas, se vejo muitas vezes escrito com acento, não me lembro de alguma vez a ter ouvido ser pronunciada como esdrúxula. (Primeira ilação: dou-me com as pessoas erradas.) Cheguei a esta reflexão porque estava aqui a ver que o tradutor verteu Flat Place por País das Túlipas. E cá está, esdrúxula, dactílica ou proparoxítona no venerando Morais. Que achais?
[Post 4706]

Ortografia: «subamostra»

Estes dicionários

      Eis aqui a explicação para o sôtor, reputadíssimo1 especialista em sondagens, escrever «sub-amostra». No Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, escrevemos a palavra e a máquina acha que queremos escrever ou «subam ostra» ou «suba mostra». Diacho, não é nada disso! O Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora também não regista o vocábulo. Registam ambos «subabdominal», por exemplo, e por analogia chegava-se à grafia correcta. O problema é que o falante médio não é muito bom em analogias, pensa pouco e mal. E agora digam-me cá: acham natural que os dicionários acolham, por exemplo, «subaéreo» (para não falar de «subalado»!) e não registem «subamostra»? Qual será mais usada?


[Post 4679]

1 O meu professor de Latim, padre, Deus lhe fale na alma, é que costumava contar o que ele tinha por pilhéria: «Eram duas senhoras muito, mas muito reputadas: eram reputíssimas...»



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