Ensino
16.10.10
Lá como cá
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Há trinta anos, em Espanha, todos os alunos com menos de 10 anos sabiam o nome das letras no plural: a/aes; e/ees;/i/íes; o/oes; u/úes. Agora, disse-me ontem um professor de Espanhol, só três em cada dez vezes é que se ouve tal. Agora, é as, es, ís, os e us. A ponto de as gramáticas terem tido de admitir a mudança. Talvez seja escusado dizer que, comparando alunos do ensino básico espanhóis e portugueses, estes ficam sempre para trás, conforme o provam estudos internacionais. Em tudo: na identificação de letras e grafemas, na latência da resposta de leitura em voz alta e sobretudo no domínio da descodificação na leitura de pseudopalavras (palavras fictícias, digamos, formadas por uma combinação de fonemas ou grafemas que não existem no léxico de uma língua).
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