«Africano» e «anos atrás»
10.11.09
Há excepções
Miguel Esteves Cardoso também escreve, ai de mim!, «há 20 anos atrás». Na crónica de hoje no Público, na página 39, «Não há excepções», escreve: «Um em cada três portugueses não aceitaria ter como chefe um imigrante. Por outro lado, dois em cada três aceitariam. Há 20 anos atrás seria ao contrário.» Umas linhas à frente, labora (é a primeira vez que uso a expressão) noutro erro: «Depois, à medida que se vai conhecendo mais africanos, as excepções começam a ser tantas e envolvem tantas variáveis (as nacionalidades, as tribos) que acaba por desabar todo o estúpido edifício do racismo.» Talvez, como eu, conheça pessoalmente mais africanos brancos que negros. São todos, brancos e negros, discriminados?
Miguel Esteves Cardoso também escreve, ai de mim!, «há 20 anos atrás». Na crónica de hoje no Público, na página 39, «Não há excepções», escreve: «Um em cada três portugueses não aceitaria ter como chefe um imigrante. Por outro lado, dois em cada três aceitariam. Há 20 anos atrás seria ao contrário.» Umas linhas à frente, labora (é a primeira vez que uso a expressão) noutro erro: «Depois, à medida que se vai conhecendo mais africanos, as excepções começam a ser tantas e envolvem tantas variáveis (as nacionalidades, as tribos) que acaba por desabar todo o estúpido edifício do racismo.» Talvez, como eu, conheça pessoalmente mais africanos brancos que negros. São todos, brancos e negros, discriminados?
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