Sobre «Amish»

Essa é que é essa

      «No Spectator de 7 de Novembro, Sarah Churchwell chamava a atenção para a moda dos romances Amish e das virgens castas da série Twilight» («Antes assim», Miguel Esteves Cardoso, Público, 15.11.2009, p. 37). Pois é, mas numa notícia («Atirador mata três alunas numa escola amish dos Estados Unidos») do mesmíssimo Público de 3 de Outubro de 2006, assinada pela jornalista Isabel Leiria, lia-se: «A escola tinha apenas uma sala, frequentada por 27 alunos, do 1.º ao 8.º ano, da comunidade amish — cristãos evangélicos que vivem da forma mais simples e austera possível.» Se não está aportuguesado, não deveremos escrever como Miguel Esteves Cardoso — com maiúscula inicial, porque se trata de um adjectivo próprio, categoria que não existe na nossa gramática? No texto citado por Miguel Esteves Cardoso, a autora usou quinze vezes a palavra, sempre, naturalmente, com maiúscula.

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