«Hífens» e «ciclámens»
4.1.09
Aqui está
Ainda se lembrará, caro Fernando Ferreira, dos hífens. Pois aqui está: Tomaz (ou, para os mais comichosos, Tomás) de Figueiredo a escrever — e ninguém me convence que se enganou duas vezes seguidas — ciclámens: «A ver se o Pedro, pela Páscoa, apresentava bons canteiros de tulipas, bons ciclámens… Que ela até lhe prometera um fato se lhe apresentasse boas tulipas, bons ciclámens, para a mesa do dia de Cruz…» (Uma Noite na Toca do Lobo, pp. 25-26). Estará por ciclâmens, estará, mas não saberia o autor, cuidadoso como poucos, o que estava a fazer? Vão-se somando as excepções…
Ainda se lembrará, caro Fernando Ferreira, dos hífens. Pois aqui está: Tomaz (ou, para os mais comichosos, Tomás) de Figueiredo a escrever — e ninguém me convence que se enganou duas vezes seguidas — ciclámens: «A ver se o Pedro, pela Páscoa, apresentava bons canteiros de tulipas, bons ciclámens… Que ela até lhe prometera um fato se lhe apresentasse boas tulipas, bons ciclámens, para a mesa do dia de Cruz…» (Uma Noite na Toca do Lobo, pp. 25-26). Estará por ciclâmens, estará, mas não saberia o autor, cuidadoso como poucos, o que estava a fazer? Vão-se somando as excepções…
edit
2 comentários:
Obrigado, Denise.
Nao tem de quê, caro Fernando Ferreira.
Ainda há mais, é só esperar a oportunidade de topar com elas.
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