30.10.10
Ai, que susto
«Chris Meade, do if:Book London, uma organização britânica que explora as potencialidades criativas dos novos média e está ligada ao Institute for The Future of the Book de Nova Iorque, esteve em Lisboa na semana passada e não o vê assim. “Estamos a ser muito duros. O que significa realmente ser dono de um livro impresso, o que é esse sentimento de pertença? Ele não dura para sempre; perdêmo-lo, oferecêmo-lo, deixamos que caia no banho e não o podemos ler mais. Num dos nossos projectos, colocámos uma piada: o Google desliga uma ficha e toda a nossa cultura desaparece. Talvez o grande perigo seja esse: o da perda do digital”, disse» («Ser ou não ser dono de um e-book», Isabel Coutinho, «Ípsilon»/Público, 29.10.2010, p. 42).
Pois é, Chris Meade tê-lo-á dito, mas não o escreveu com aqueles erros. É, acaso, algum acento diferencial?
[Post 4027]
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