27.4.10
Nada críptico
«Bem sei que a Lusa se restringe aos factos (e que o texto da notícia contém tudo o que precisamos de saber) mas, sem querer armar-me em cripto-provedor, o “ex-cabo nazi” dá a ideia dele ter deixado de ser nazi e o “fundou culto no Chile” tem um toque triunfalista que, para quem não lê os corpos das notícias, atira para segundo ou terceiro plano o facto de ter abusado sexualmente de 25 crianças, graças ao “culto” que fundou» («Uma vergonha», Miguel Esteves Cardoso, Público, 27.4.2009, p. 39).
Miguel Esteves Cardoso deveria ter escrito criptoprovedor, pois o elemento de formação de palavras cripto- só se liga por hífen ao segundo elemento quando este começa por h. Então o Miguel já não se lembra dos criptopórticos? E o criptopórtico das Galerias Romanas da Rua da Prata?
[Post 3393]
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