14.10.26
Com o complicómetro ligado
[Texto 23 688]
Com o complicómetro ligado
[Texto 23 688]
Estamos tramados
«João Pinheiro [presidente da Associação de Alojamento Local], boa tarde, bem-vindo ao Portugal em Directo. Desculpe-me a expressão popular, quase a roçar o grosseiro: está aqui um problema do arco-da-velha [disse o jornalista Nuno Amaral, da Antena 1].» Uns minutos antes já tinha falado na «caída a pique» no número de passageiros e de dormidas desde a saída da Ryanair dos Açores.
[Texto 23 648]
Apre!
[Texto 23 645]
A maldição do itálico
[Texto 23 608]
Mais simples e mais... português
[Texto 23 587]
Veja os episódios passados
[Texto 23 586]
Critério seguido? Nenhum
[Texto 23 572]
Afinal não podia ser
«A CMTV entrevista André Ventura, na vigésima-oitava entrevista do líder do Chega a uma televisão portuguesa este ano» («E para beber, prefere branco ou extinto?», Miguel Somsen, «Versa»/Nascer do Sol, 18.09.2026, p. 47). Só parei nas páginas desta rubrica porque me parecia ver Luiz Pacheco na fotografia do autor. Sim, eu sei que ele morreu vai fazer vinte anos. Afinal, era Miguel Somsen. E Luiz Pacheco não dava estes erros. Até porque foi também revisor. Quando é que se aprende de uma vez por todas que os ordinais não levam hífen? É «vigésima oitava», como também é «centésima quarta», «milésima primeira» e assim todos sem excepção. O texto padece de muitos outros erros, sobretudo de ortografia («contra ataque», «pequeno almoço», «Belas Artes», «ideias-feitas», «mal-vistas») e de pontuação, mas nada que mais dez ou vinte anos de crónicas com algum estudo pelo meio não resolvam.
[Texto 23 552]
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