Voltando ao x-caboquinho
[Texto 23 562]
Voltando ao x-caboquinho
[Texto 23 562]
Parte estava bem
Apareceu-me aqui um «subnome», mas era confusão do autor, logo sanada. O que efectivamente existe (vejo-o em teses de doutoramento, em decisões do Superior Tribunal de Justiça brasileiro e textos técnicos e jornalísticos, além de o encontrar no nosso VOP) e o dicionário da Porto Editora não regista é o vocábulo ➠ subnomenclatura nome feminino nomenclatura secundária ou subordinada, estabelecida no interior de outra mais abrangente; conjunto de denominações correspondente a uma subdivisão de determinada nomenclatura.
[Texto 23 561]
Continuamos por lá
[Texto 23 560]
Regresso ao Brasil
[Texto 23 559]
Estamos a alienar a nossa História
[Texto 23 558]
Não tem graça, mas é giro
[Texto 23 557]
Vamos pôr isso à prova
[Texto 23 556]
Mais uma
[Texto 23 555]
Ou o leitor não pescará nada
[Texto 23 554]
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Porque é bom saber mais
[Texto 23 553]
Afinal não podia ser
«A CMTV entrevista André Ventura, na vigésima-oitava entrevista do líder do Chega a uma televisão portuguesa este ano» («E para beber, prefere branco ou extinto?», Miguel Somsen, «Versa»/Nascer do Sol, 18.09.2026, p. 47). Só parei nas páginas desta rubrica porque me parecia ver Luiz Pacheco na fotografia do autor. Sim, eu sei que ele morreu vai fazer vinte anos. Afinal, era Miguel Somsen. E Luiz Pacheco não dava estes erros. Até porque foi também revisor. Quando é que se aprende de uma vez por todas que os ordinais não levam hífen? É «vigésima oitava», como também é «centésima quarta», «milésima primeira» e assim todos sem excepção. O texto padece de muitos outros erros, sobretudo de ortografia («contra ataque», «pequeno almoço», «Belas Artes», «ideias-feitas», «mal-vistas») e de pontuação, mas nada que mais dez ou vinte anos de crónicas com algum estudo pelo meio não resolvam.
[Texto 23 552]
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Agora precisamos dos dois
Na página 10 da obra A Presença Romana em Cascais, um território da Lusitânia Ocidental, de Guilherme Cardoso e José d’Encarnação, encontra-se uma imagem de um protomo de calcário amarelo local. Infelizmente, os nossos dicionários não registam este termo. E o homónimo que encontramos no Houaiss, por exemplo, não é o da Arqueologia. Assim, proponho ➠ protomo 1. HISTÓRIA homem pré-histórico; o mesmo que protandro; 2. ARQUEOLOGIA, ARTES PLÁSTICAS representação da cabeça ou da parte anterior do corpo de uma figura humana, animal ou fantástica, constituindo uma peça autónoma ou integrando um objecto ou elemento arquitectónico, frequentemente com função ornamental. (Etimologia da acepção 2: do grego protomḗ, «parte anterior; busto», derivado de protémnō, «cortar pela frente», de pro, «diante, à frente», + témnō, «cortar».)
[Texto 23 551]
Também queremos este
[Texto 23 550]
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P. S.: Odisseu é corrente no português brasileiro contemporâneo de temática clássica; Ulisses é, sem hesitação, excepto para alguns tradutores, a forma normal em Portugal. Mas depois temos «odisseia» e não «ulisseia», que só aparece como nome de editora. Mas, curiosamente, temos o adjectivo «ulisseu», pelo que, afinal, sempre dispomos de «ulisseia» como forma do adjectivo. A ulisseia manha.
O mundo ainda guarda surpresas
[Texto 23 549]
Mas façam como quiserem
[Texto 23 548]
Conseguimos melhor
Ontem, na Antena 1, foi entrevistado Filipe Gonçalves, um dirigente da Apela, Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica, que disse que esta é uma doença sindrómica. Está no dicionário da Porto Editora, sim senhor, «relativo a síndrome; sindromal, sindromático», mas é praticamente circular: explica a formação da palavra, mas não permite perceber o que significa, por exemplo, dizer que uma doença é sindrómica. Mais antenado esteve o Houaiss ao afirmar que é o «relativo a síndrome; que ocorre como síndrome», mas nós ainda conseguimos melhor. Assim, proponho ➠ sindrómico adjectivo 1. relativo a síndrome; 2. MEDICINA que se manifesta por um conjunto característico de sinais e sintomas; que ocorre sob a forma de síndrome.
[Texto 23 547]
Voltemos ao básico
[Texto 23 546]
E a coroa?
[Texto 23 545]
É melhor não os misturar
[Texto 23 544]
Em Agosto, mas estavas na praia
[Texto 23 543]