«Entra por uma orelha, etc.»
7.10.11
Disparates oficiais
«O discurso oficial da direita e da esquerda, à força de se repetir, deixou de ser ouvido. Entra por uma orelha e sai por outra. E nem o acordo piedoso dos partidos ditos “democráticos” aumenta a confiança no Governo ou no futuro» («O realejo»,Vasco Pulido Valente, Público, 7.10.2011, p. 44).
É mais vulgar entra por um ouvido e sai pelo outro. Vasco Pulido Valente começa por falar de outro discurso, o do Presidente da República no 5 de Outubro, em que S. Exa. disse — leu — «pese os avisos que foram feitos». A Presidência da República não tem dinheiro para contratar os serviços de um revisor.
[Texto 552]
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