Uso do itálico
12.6.09
Gostava de perceber
«E com a Guardia Civil todo o cuidado era pouco» (Morte no Retrovisor, Vasco Graça Moura. Revisão de Manuela Ramos. Lisboa: Círculo de Leitores, 2009, p. 10). «E ela teve a certeza do seu estado quinze dias mais tarde, exactamente na altura em que o patrão estava prestes a receber a visita do snr. Graf, importador de Hamburgo, que tinha grandes negócios de abastecimento da Wehrmacht com as conservas de peixe portuguesas» (idem, ibidem, p. 246). De revisor para revisor: se Wehrmacht não está em itálico, porque é que Guardia Civil está? Já por aqui passou uma questão em tudo, excepto nos exemplos, igual.
«E com a Guardia Civil todo o cuidado era pouco» (Morte no Retrovisor, Vasco Graça Moura. Revisão de Manuela Ramos. Lisboa: Círculo de Leitores, 2009, p. 10). «E ela teve a certeza do seu estado quinze dias mais tarde, exactamente na altura em que o patrão estava prestes a receber a visita do snr. Graf, importador de Hamburgo, que tinha grandes negócios de abastecimento da Wehrmacht com as conservas de peixe portuguesas» (idem, ibidem, p. 246). De revisor para revisor: se Wehrmacht não está em itálico, porque é que Guardia Civil está? Já por aqui passou uma questão em tudo, excepto nos exemplos, igual.
edit
2 comentários:
Caro Paulo Araujo,
Não, esse valor do pretérito imperfeito do indicativo também a variante europeia do português a tem, usando-se para exprimir um desejo ou intenção. Como também se usa o condicional ou futuro do pretérito com valor de presente do indicativo para exprimir delicadeza: «Podia dar-me uma caixa de preservativos?»
O «Podia dar-me uma caixa de bolachas?» é o que Edite Estrela chama de imperfeito de cortesia.
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