Léxico: «claustrim»

Novidades e coisas velhas

      Lê-se na página na internet da RTP que «o Museu Nacional do Azulejo [o MNAz, lê-se por aí] dedica um programa à “multiculturalidade”, que vai desde uma visita orientada ao azulejo como “reflexo multicultural”, às 18h30, passando por um “recital dos oceanos” no claustrim, às 19:45, seguindo-se uma “missa criolla” composta pelo argentino Ariel Ramirez (1921-2010) na Igreja da Madre Deus, às 21:00, e finalmente uma noite de fado de Lisboa e de Coimbra no Jardim de Inverno, às 22:15». (Misa Criolla, na verdade, composta na década de 1960, quando o Concílio Vaticano II passou a permitir a celebração da missa em vernáculo. E Ramírez é assim que se escreve.)
      Não está registada em nenhum dicionário — mais uma —, mas está correcto: é um claustro pequeno. Com recurso ao sufixo -im, formámos outros, poucos, vocábulos, como cornetim, espadim, farolim, flautim, fortim...

[Texto 386]
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