Traduzir nomes próprios

Sim, não, talvez

Quem é que, actualmente, não escreve Júlio Verne? Ninguém, tanto quanto vejo. O meu autor desta semana, João de Araújo Correia, escreveu: «Nossos avós traduziam os nomes próprios. Diziam Emílio Zola e Júlio Verne em vez de Émile Zola e Jules Verne. Os próprios estrangeiros, residentes em Portugal, concordavam com a tradução. Houve, no Porto, o Emílio Biel, o Ernesto Chardron e, mais chegada ao nosso tempo, a ínclita Carolina Michaelis» (A Língua Portuguesa. Lisboa: Editorial Verbo [s/d, mas de 1959], pp. 104-5).

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4 comentários:

Anónimo disse...

Sou contra senão o que seria do William Shakespeare, Guilherme Shakespeare?

www.jvernept.blogspot.com

Helder Guégués disse...

Seria o que foi de Jules Vernes.

Anónimo disse...

Já não faz sentido nenhum traduzir os nomes dos autores, aliás nunca fez.

Anónimo disse...

No que diz respeito às línguas clássicas, os nomes são todos traduzidos para português e não me consta que tenha alguma vez havido polémicas como esta.

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